No silêncio dos olhos (Poesia)

Neto Muhindo

Ciências Humanas

Quando me foi solicitado um prefácio para obra que temos em mãos, uma obra cujo exercício metafórico atinge uma plurisignificância que nos remete um profundo diálogo com a nossa e as mais variadas intimidades, uma obra em que a amplitude reflectiva do texto nos remete s profundas viagens República Federativa do Sentir Humano, hesitei. Primeiro, porque desprovido se calhar de bagagem intelectual, segundo por não me saber tamanhamente merecedor de tal honra. Todavia, assediado pela ousadia juvenil e claro está, esse exercício de morrer para viver no comércio das palavras, aceitei este desafio ao qual me entrego com prazer. Não por um exercício inacadémico de compadrio, mas porque o lirismo agudo subjacente no útero dos poemas provocou em mim esse religioso clímax. Os poemas têm uma força e um ritmo de construção frásica que ora afirmam, ora sugerem, sempre construindo, mesmo quando parecem auto-destruir-se. A estructura litero-estética não reverencia necessariamente formas típicas, mas nem por isso se propoêm edificação de uma espécie de Fénix Renascida!

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