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União Europeia reconhece potencialidades agrícolas da Guiné-Bissau

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Falando à PNN na abertura da 1.ª conferência nacional da produção das Forças Armadas, sob o lema «Produção Agro-pecuária, âncora da paz e alavanca do desenvolvimento da Guiné-Bissau», Madeleine ONCLIN não tem dúvidas de que as Forças Armadas podem produzir para a sua própria auto-suficiência alimentar e vender o excedente no mercado, para aumentarem os seus rendimentos e melhorarem as suas condições de vida. Mas, para isso, disse que «é necessário desenvolver programas de formação junto dos quartéis». «A Paz e a estabilidade na Guiné-Bissau dependem muito da participação das Forças Armadas na esfera produtiva do país», disse a diplomata, afirmando que, para as Forças Armadas assumirem o papel que lhes está reservado no sector da produção agro-pecuária, vai ser preciso que o Governo, as Autarquias locais, os parceiros de desenvolvimento e os agentes económicos deem as mãos numa parceria para o desenvolvimento das Forças Armadas e dos próprios investimentos privados. Para o Secretário de Estado dos Combatentes da Liberdade da Pátria, Carlos Nhaté, a modernização da produção das Forças Armadas constitui em elemento catalisador na redução de meios financeiros que a classe castrense guineense representa no Orçamento Geral de Estado do país, por isso, garantiu que o Ministério da Defesa vai continuar a proceder às reformas necessárias para que o país possa dispor de forças modernas no interesse fundamental da nação. Durante dois dias, os participantes da 1.ª conferencia nacional da produção das Forças Armadas, técnicos do Ministério da Agricultura e da Defesa, vão debater o plano Estratégico para o Desenvolvimento da Produção das Forças Armadas, a vantagem da produção e consumo de alimentos vegetais e animais para o desenvolvimento físico e intelectual do homem, a importância do trabalho e serviços produtivos na criação de bem-estar e paz social nos quartéis, assim como o papel de Forças Armadas na agricultura para o combate à pobreza e à insegurança alimentar na Guiné-Bissau, que constituem elementos nocivos à paz, à estabilidade e ao desenvolvimento. Tiago Seide

Fonte: Luanda Digital

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