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São Tomé e Príncipe: PR diz que «estabilidade não é apenas uma questão de aritmética eleitoral»

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O Presidente da República santomense, Manuel Pinto da Costa, voltou a fazer esta chamada de atenção perante o corpo diplomático acreditado no país, na cerimónia de cumprimentos de Ano Novo realizada no Palácio do Povo. Referindo-se ao novo quadro político saído das eleições de 12 de Outubro, Manuel Pinto da Costa entende que estão criadas as condições para que haja estabilidade. «Para que a estabilidade que, todos concordam, tão necessária é para que o desenvolvimento seja de facto uma realidade, exige-se o respeito pelas leis, pela Constituição, pelas instituições do Estado, pelos direitos das minorias, e, sobretudo, uma cooperação institucional baseada no diálogo, nos valores democráticos, na complementaridade entre todos os órgãos de soberania e nas competências próprias de cada um», sublinhou o Presidente. O país terá que enfrentar e ultrapassar porventura novos desafios face a uma conjuntura económica regional decorrente da queda dos preços do petróleo. «São Tomé e Príncipe está em condições de, com diálogo e com a procura de consensos que ultrapassem a mera lógica político-partidária, orientar e mobilizar as energias dos cidadãos em geral, da sociedade civil, das empresas e empresários e dos seus quadros, na procura de soluções que lhe permitam aliviar a sua dependência do exterior, atraindo investimento estrangeiro e criando condições para vencer os constrangimentos de uma conjuntura internacional adversa», defendeu o Chefe de Estado. O primeiro magistrado da nação recordou ainda que a cooperação, quer bilateral quer multilateral, assume um «papel decisivo» no caminho para o desenvolvimento que São Tomé e Príncipe quer trilhar. O representante do Decano dos Embaixadores afinou pelo mesmo diapasão. «O quadro político institucional actualmente existente em São Tomé e Príncipe constitui num espaço privilegiado para se analisarem prioritariamente todas as questões que se prendem verdadeiramente com o desenvolvimento do país, congregando nesse espaço todas as sensibilidades, sejam elas poder, oposição ou sociedade civil em geral, visando reforçar a unidade e a coesão indispensáveis na execução de tarefas tão gigantescas como a que tem São Tomé e Príncipe», destacou o embaixador angolano Alfredo Mingas. Entretanto, Pinto da Costa além de agradecer o esforço de países e organizações internacionais «no apoio que têm mantido nesta verdadeira causa global que é o desenvolvimento», está também convencido de que São Tomé e Príncipe poderá continuar a contar com o empenho e disponibilidade do corpo diplomático para «aprofundar cada vez mais os laços de amizade e cooperação entre os nossos povos».

Fonte: Luanda Digital

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