Obama confirma morte da refém norte-americana Kayla Mueller

09-02-2015

«Foi com profunda tristeza que soubemos da morte de Kayla Jean Mueller», anunciou Obama, num comunicado divulgado pela Casa Branca, em que deixava as condolências à família. «Neste momento de sofrimento inimaginável, o país partilha a sua dor», acrescentou o chefe de Estado norte-americano. Entretanto, os pais de Kayla, que esta terça-feira tinham manifestado esperança de que ela ainda estivesse viva, já emitiram um comunicado informando que tinham recebido a notícia da sua morte. «Estamos destroçados ao confirmar que recebemos a confirmação de que Kayla Jean Mueller perdeu a vida», disseram os pais e o irmão esta terça-feira. Apoiantes do Estado Islâmico tinham anunciado, na passada sexta-feira, que a jovem foi morta na sequência de um bombardeamento jordano, para vingar a morte do piloto queimado vivo pelo grupo terrorista. Kayla tinha 26 anos, após ter terminado a sua formação na universidade Northern Arizona, em 2009, trabalhou em missões humanitárias no norte da Índia, Israel e nos territórios palestinianos, segundo indicou um porta voz da família à CNN.

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