Fábulas

La Fontaine

Ciências Humanas

Jean de la Fontaine (1621 a 1695) foi o autor de 12 livros que continham um total de 243 fábulas em verso, publicados entre 1668 e 1694. Inspirado por autores de fábulas da antiguidade clássica, mais especificamente pelas  (1621 a 1695) foi o autor de 12 livros que continham um total de 243 fábulas em verso, publicados entre 1668 e 1694. Inspirado por autores de fábulas da antiguidade clássica, mais especificamente pelas Fábulas de Esopo, La Fontaine criou animais antropomórficos. La Fontaine criou animais antropomórficos.

 Cada fábula narra uma história vívida, que sempre termina com uma moral. Exemplos incluem “La raison du plus fort est toujours la meilleure” (A razão do mais forte é sempre a melhor) em “O lobo e o cordeiro”; “On a souvent besoin d’un plus petit que soi” (Muitas vezes precisamos de alguém menor do que nós) em “O leão e o camundongo”; “Rien ne sert de courir; il faut partir à point” (Quem corre cansa e devagar se vai ao longe) em “A tartaruga e a lebre”; e “Aide-toi, le Ciel t'aidera” (Ajuda-te e o céu te ajudará) em “O carreiro em apuros”.; “On a souvent besoin d’un plus petit que soi” (Muitas vezes precisamos de alguém menor do que nós) em “; “Rien ne sert de courir; il faut partir à point” (Quem corre cansa e devagar se vai ao longe) em; e “Aide-toi, le Ciel t'aidera” (Ajuda-te e o céu te ajudará) em “O carreiro em apuros”.

descreveu a influência educacional de suas fábulas nas seguintes palavras:  As fábulas se tornaram um enorme e duradouro sucesso após sua publicação, permanecendo um dos grandes clássicos da literatura francesa.


 Vários artistas também foram inspirados a ilustrar as histórias, dentre eles, Gustave Doré, Daumier e Chagall. As ilustrações desta edição de 1875 seguem o estilo das images d’Epinal (impressões Épinal). Estas eram impressões de assuntos populares produzidas no estilo vivamente colorido preferencialmente usado por Jean-Charles Pellerin, que em 1796 batizou sua gráfica com o nome de sua cidade natal, Épinal.. As ilustrações desta edição de 1875 seguem o estilo das images d’Epinal (impressões Épinal). Estas eram impressões de assuntos populares produzidas no estilo vivamente colorido preferencialmente usado por Jean-Charles Pellerin, que em 1796 batizou sua gráfica com o nome de sua cidade natal, Épinal.


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