O diplomata angolano referiu no encontro, realizado na passada sexta-feira, que as bolsas de estudo vão ser disponibilizadas pelo Conselho Nacional Brasileiro de Pesquisas.
 

No encontro, enquadrado no programa de comemorações dos 40 anos da Independência Nacional, Nelson Cosme falou da situação política, económica e social do país e também das relações com o Brasil. O embaixador angolano ouviu as preocupações da comunidade,  com vista a encontrar caminhos para a sua solução.

Foram colocadas, por exemplo, questões ligadas ao enquadramento profissional dos estudantes, depois da formação, que em Minas Gerais são mais de 300.

Os estudantes manifestaram ao embaixador a sua preocupação com o atraso verificado no pagamento dos subsídios de bolsa e o longo tempo de espera para a obtenção do visto de permanência que, na opinião geral, devia ser encurtado. Os estudantes angolanos sugeriram a criação pelo Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE) de uma base de dados, para permitir aos bolseiros que acabam a formação a realização de estágios em empresas assim que regressam ao país.

Nelson Cosme, que esteve acompanhado do responsável do INAGBE no Brasil e de funcionários consulares, pediu à comunidade um forte envolvimento na procura de soluções para os seus problemas, podendo sempre contar com o apoio e disponibilidade da embaixada.

O diplomata manifestou a sua satisfação por constatar que a maioria dos estudantes que se encontram no Estado de Minas Gerais frequenta cursos tecnológicos, o que vai ao encontro da política do Executivo a nível de formação de quadros.

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